Minha resposta aqui vale apenas para disciplinas dogmáticas como esta. Disciplinas desse tipo exigem bibliografia atualizada. Então esse é o primeiro critério e basicamente o único.

Em ordem crescente de profundidade do material, você pode utilizar: resumos (aqui incluídos livros esquematizados, apostilas, etc), manuais, cursos e monografias. Existe também a bibliografia profissional, que não é a mais recomendada para estudantes de graduação, a exemplo dos códigos comentados.

Todos conhecemos as virtudes e as fraquezas dos resumos, de modo que não vou entrar muito no assunto. Ao contrário do que muita gente pensa (ou diz pensar), não vejo problema em começar estudando por eles, pois você terá com dar uma ignição facilitada no seu trabalho. Não é demérito começar estudando por resumos. Eles apenas darão a você um horizonte menor e, por isso, você deve estar consciente de que não estará vendo o mesmo conteúdo de quem consome as outras formas de publicação.

Os manuais geralmente são edições de volume único, menos profundos do que os cursos. Nada impede, contudo, que um curso tenha volume único. Mas a diferença é mesmo na profundidade, sendo relativamente comum que um autor publique um manual e um curso. Se você estiver procurando uma edição de papel, a distinção terá impacto no preço, mas pode não fazer tanta diferença na profundidade do trabalho.

Agora que você já tem em mente as principais formas de apresentação das edições jurídicas de matéria dogmática, pode amadurecer seu processo de escolha. Como ponto de partida, eu diria que qualquer curso ou manual publicado por uma editora conhecida atende, pois - honestamente - o conteúdo será muito parecido. O que estamos buscando aqui é uma instrução dogmática mínima, de modo que não faz sentido indicar um livro apenas.

Você pode começar com a lista constante da blibliografia indicada. Boa leitura!